THE MEANING OF Lk 9:50:

(by Fr.Ivo da Conceição Souza):

Status Quaestionis: This text is used to justify all the groups of the preachers and healers in Goa. Is it correct? Let them preach and heal? Can or should the Bishop of Goa intervene? Should he guide the people? Answer: This question requires the exegesis of the text in Lk 9:50 (and other related to it), as well as its hermeneutical and contextual application. How to interpret and apply the text? The question to be answered is as follows: “Can this text be used to justify the proliferation of groups preaching and healing?” The text runs as follows: “Do not prohibit him: If anyone is not against me, is for me” (Lk 9:50: Me acoluete: hos gar kath’hymon estin, hyper hymon estin). Meaning: Let us see its context: Connecting with the transfiguration, Jesus instructs his disciples about taking one’s cross and following him (Lk 9:23-27). They misunderstand him about “following Jesus”… Jesus predicts for the second time his powerlessness before human beings (Lk 9:44), and builds up on the figure of the child, a prime example of powerlessness. Jesus teaches that greatness comes from being the least. In this context comes Lukan story of the disciples’ quest for power. The lessons of discipleship, newly introduced in Lk 9:7-50, will not be assimilated overnight, but only after his death and Resurrection. The group of Jesus’ disciples considered themselves as a closed group, privileged group, exclusive group. They were the ‘from inside’, ‘in-group’. Whereas those people were ‘from outside’, ‘out-group’. Exegesis of Lk 9:50: What is the meaning of the sentence: “me kwlyete: hos gar ouk estin kath’ hymwn, hyper hymwn estin”? One day, someone who was not the community, using the name of Jesus to expel the demons. Johnw saw and prohibited. He said to Jesus, “barred because he does not walk with us” (Mk 9:38). John thought he had a monopoly on Jesus and wanted to prevent others using the name of it to accomplish something good. It was the old mentality of “the chosen people, separate people!”. Jesus replied: “Do not prevent! Who is not against is in favour “(Lk 9:39-40). For Jesus, what matters is not whether one does or does not part of the community, but whether it does or not and that the community announces to everyone on behalf of God. Disciples misunderstand their relationship to Jesus if they think that theirs is an exclusive one. They must be open and tolerant of others who work ‘in Jesus’ name’ and do not adhere to their group (avoid groupism). Proclamation and preaching: What is the difference? Can they preach officially? They can heal in the name of Jesus. But there is also the problem of orthodox teaching. Are they guiding them well or misguiding? The Bishop has to coordinate the charisms (cf.LG 12). Let them work together with the bishop and the church. Let them work with all people of good will. Healing and preaching: What is the relation between preaching and healing? The Word of God heals. Let the healing come from the truth that the Word is, that God is. Therefore, the truth should be given. What is the responsibility of the Catholic Church face to healers and preachers? It requires training and permission or collaboration with the Bishop. There should be full communion with the Church, when it is the case of the Catholics. Others are free. But our Catholics should be guided not to be misguided by them… Conclusion: Can the text be used to give freedom to all “preachers” and “healers”? In short: 1.There should be coordination of charisms, law and order, full communion within the Catholic Church. 2. Faithful have to be guided by the Bishop and the priests. Otherwise, they will be out of hand. 3. They can work. We cannot stop those who are outside the community or do not obey the Bishop and priests. But let us guide those who are still with us. Let the Bishop guid them…

O SIGNIFICADO DO TEXTO em Lc 9:50: (pelo Pe.Ivo da Conceição e Sousa):

Status Questionis: Este texto costuma ser usado para justificar todos os grupos de pregadores e ‘curandeiros’ em Goa. É correcto? Deixá-los pregar e curar? Pode ou deve o Bispo de Goa intervir? Deveria ele guiar o povo? Resposta: Este quesito requer a exegese do texto de Lc 9:50 (e outros relacionados com ele), bem como a sua aplicação hermenêutica e contextual. Como interpretar e aplicar o texto? A pergunta a ser respondida é a seguinte: “Este texto pode ser usado para justificar a proliferação de grupos de pregação e cura?” O texto diz o seguinte: “Não proibe-lo: Se alguém não está contra mim, é por mim” (Lc 9:50: Me acoluete: kath’hymon hos estin gar, estin hyper’hymon). Significado: Vamos lá a ver o seu contexto: Em conexão com a sua Transfiguração, Jesus instrui seus discípulos a tomar a sua cruz e seguí-lo (Lc 9:23-27). Eles não compreendiam bem o que significava “seguir Jesus” … Jesus prediz pela segunda vez a sua impotência diante dos seres humanos (Lc 9:44), e se concentra na imagem da criança, como exemplo de impotência. Jesus ensina que a grandeza vem de ser o mínimo. Neste contexto vem a história lucana da busca dos discípulos de poder. As lições de discipulado, recentemente introduzido em Lucas 9:7-50, não serão assimiladas dum momento para outro, mas só depois da sua morte e Ressurreição. O grupo dos discípulos de Jesus considerou-se como um grupo fechado, um grupo privilegiado, um grupo exclusivo. Eles eram os ‘de dentro’, ‘no grupo’. Considerando que essas pessoas eram ‘de for a’, ‘fora do grupo’. Exegese de Lc 9:50: Qual é o significado da frase: “me kwlyete: hos gar kath’hymon estin, hyper hymon estin”? Um dia, alguém que não era da comunidade, usando o nome de Jesus para expulsar os demónios. João o viu e quis proibí-lo. Ele disse a Jesus: “barrado porque ele não anda conosco” (Mc 9:38). João pensou que tinha o monopólio sobre Jesus e queria evitar que outras pessoas usassem o nome dele para realizar algo de bom. Era a velha mentalidade do “povo escolhido, povo sequestrado!”. Jesus respondeu: “Não impeça! Quem não é contra é a favor” (Lc 9:39-40). Para Jesus, o que importa não é se um faz ou não parte da comunidade, mas se ele faz ou não o que a comunidade anuncia a todos em nome de Deus. Discípulos não compreendem a sua relação com Jesus, se eles acham que um deles é um exclusivo. Eles devem ser abertos e tolerantes com outras pessoas que trabalham “em nome de Jesus” e não aderir ao seu grupo (para evitar o groupismo e chauvinismo). Proclamação e pregação: Qual é a diferença? Pregarão oficialmente? Eles podem curar em nome de Jesus. Mas há também o problema do ensino ortodoxo. Eles estão orientando-os bem ou de confusão? O Bispo tem de coordenar os carismas (cf.LG 12). Deixá-los trabalhar em conjunto com o bispo e a igreja. Deixá-los trabalhar com todas as pessoas de boa vontade. Cura e pregação: Qual é a relação entre a pregação e cura? A Palavra de Deus cura. Deixe a cura vir da verdade que é a Palavra que é Deus. Portanto, a verdade deve ser ministrada. Qual é a responsabilidade da Igreja Católica face aos curandeiros e pregadores? Ela exige treino e autorização ou colaboração com o bispo. Deve haver plena comunhão com a Igreja, quando é o caso dos Católicos. Outros são livres. Mas os nossos católicos devem ser orientados a não ser mal orientados por eles … Conclusão: O texto pode ser usado para dar liberdade a todos os “pregadores” e “curandeiros”? Em suma: 1.Deve haver coordenação dos carismas, a lei e a ordem, a plena comunhão dentro da Igreja Católica. 2. Fiéis têm de ser guiados pelo Bispo e pelos sacerdotes. Caso contrário, a situação estará fora da mão. 3. Eles podem trabalhar. Não podemos parar aqueles que estão fora da comunidade ou não obedecem ao bispo e aos sacerdotes. Mas vamos orientar aqueles que ainda estão conosco. Deixe o Bispo guiá-los segundo os valores do Evangelho…

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